Palestra / Debate

Conversa entre um professor de cinema, um psiquiatra/crítico de cinema e um curador sobre o icónico filme de Robert Wiene que inaugurou o cinema expressionista alemão e que terá previsto a ascensão de Hitler e do Nazismo na Alemanha de Weimar.

Abílio Hernandez Cardoso

Professor aposentado da Universidade de Coimbra. Doutor em Literatura Inglesa com a dissertação sobre James Joyce, De Ítaca a Dublin: Ulysses ou a odisseia da palavra. Ensinou Literatura Inglesa e História e Estética do Cinema, e desempenhou, entre outras, as seguintes funções: Pró-Reitor da Cultura, Diretor do Colégio das Artes e do Teatro Académico de Gil Vicente, Presidente de Coimbra Capital Nacional da Cultura e da Associação Portuguesa de Programadores Culturais e Membro da Comissão Nacional para as comemorações do Centenário do Cinema. É membro do Conselho Consultivo da Associação dos Investigadores da Imagem em Movimento.

Nuno Faria

Curador, trabalhou no Instituto de Arte Contemporânea (1997- 2003) e na Fundação Calouste Gulbenkian (2003-2009). Viveu e trabalhou no Algarve entre 2007 e 2012 onde, entre outros projetos, fundou (em Loulé, em 2009) a Mobilehome – Escola de Arte Nómada, Experimental e Independente. Diretor artístico do CIAJG – Centro Internacional das Artes José de Guimarães (2013- 2019). Assumiu recentemente o cargo de diretor artístico do Museu da Cidade do Porto. É professor na ESAD – Escola de Artes e Design das Caldas da Rainha.

Daniel Ribas
(moderador)

Investigador, programador e crítico de cinema. Professor auxiliar Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa, é membro da direção do CITAR – Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes e editor do CITAR Journal. É, ainda, programador do Porto/Post/Doc: Film & Media Festival – a cuja Direção Artística pertenceu entre 2016 e 2018 – e do Curtas Vila do Conde. Doutor em Estudos Culturais pelas Universidades de Aveiro e do Minho, escreveu diversos artigos e capítulos de livros sobre cinema português, cinema contemporâneo e documentário.

António Roma Torres

Crítico de cinema do semanário Voz Portucalense (1971-1974), do diário Jornal de Notícias (1975-2001) e da revista de cinema A Grande Ilusão (1984-1996). Atualmente colaborador do suplemento Ípsilon do jornal Público. Autor dos livros “Ano Gulbenkian Cinema Português” (1974), “Cinema, Arte e Ideologia”, antologia (1975), “Cinema Saúde Doença”, organização (2010) e das sinopses iniciais dos filmes documentários “E Depois de Abril... História do Cinema Português 1974-1984”, de Jorge Paixão Costa (1998), e “Sem Cura – À Saúde de Manoel de Oliveira”, de Saguenail & Regina Guimarães (2011). Autor das peças de teatro publicadas na editora Afrontamento: “O Rei da Áustria” (2014), “Novo Céu” (2014), “César e Cícero” (2016), “Tudo Espantalhos” (2016) e “Escura Primavera” (2018), e do livro “Tudo o que sempre quis saber sobre Psicodrama (mas nunca ousou perguntar a Woody Allen)” (2018). Médico psiquiatra, terapeuta familiar e diretor de psicodrama. Diretor da Clínica de Psiquiatria e Saúde Mental do Centro Hospitalar São João (Porto), entre 2007 e 2017. Coordenador da Unidade de Psiquiatria e Saúde Mental do Hospital Escola da Universidade Fernando Pessoa. Co-fundador da Sociedade Portuguesa de Psicodrama e da Federation of European Psychodrama Training Organizations (FEPTO), e membro eleito do Board of Directors da International Association for Group Psychotherapy and Group Processes (IAGP), entre 2001 e 2009.

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