A SUSPEITA, Jos Miguel Ribeiro, Portugal, 1999, 25'

A SUSPEITA, Jos Miguel Ribeiro, Portugal, 1999, 25'

A SUSPEITA, Jos Miguel Ribeiro, Portugal, 1999, 25'

A SUSPEITA, Jos Miguel Ribeiro, Portugal, 1999, 25'

A SUSPEITA

Tcnica de criao: animao de volumes

Um compartimento de comboio, quatro pessoas, um revisor, um canivete de Barcelos e um potencial assassino. Chegaro todos ao fim da viagem? Na animao de volumes, as marionetas so animadas imagem por imagem, recorrendo o animador a ambas as mos. Este um facto incontornvel, a que se junta outro: o animador animar tanto melhor quanto mais a escala da marioneta se aproximar da escala das mos. Com isto queremos enfatizar que se a marioneta for demasiado pequena, os dedos do animador tero muita dificuldade em animar pequenos pormenores, como por exemplo as plpebras. Contudo, uma marioneta demasiado grande tambm cria problemas, pois as mos do animador no conseguem animar a marioneta como um todo. Neste caso, o animador forado a animar primeiro um brao, depois o outro brao, e assim por diante. A consequncia imediata uma animao mais demorada e provavelmente menos perfeita. Como em A Suspeita, as marionetas esto sentadas 95% do tempo, e os seus movimentos so dominantemente da cintura para cima, decidimos construir as marionetas com uma escala acima da normal, isto , superior escala da mo quando a marioneta est de p.
Jos Miguel Ribeiro

LA LUPE I EN BRUNO, Marc Riba e Anna Solanas, Espanha, 2005, 5'30''

LA LUPE I EN BRUNO, Marc Riba e Anna Solanas, Espanha, 2005, 5'30''

LA LUPE I EN BRUNO, Marc Riba e Anna Solanas, Espanha, 2005, 5'30''

LA LUPE I EN BRUNO, Marc Riba e Anna Solanas, Espanha, 2005, 5'30''

LA LUPE I EN BRUNO

Tcnica de criao: animao de volumes

A Lupe gosta do Bruno. O Bruno no gosta da Lupe. Uma histria fascinante de paixo, de amor impossvel, de... Bem, talvez seja s a histria da Lupe e do Bruno. "La Lupe i en Bruno" uma curta metragem realizada em animao fotograma a fotograma, com bonecos. Estes bonecos foram construdos em madeira moldada, com uma estrutura interna de metal articulvel, e vestidos com roupa confeccionada sua medida. Os cenrios so maquetes construdas em madeira. Durante a rodagem utilizamos focos de tamanho reduzido, capturando cada um dos fotogramas com uma cmara reflex digital com diferentes objectivas (conseguindo deste modo uma qualidade equivalente obtida com uma cmara cinematogrfica). Os fotogramas armazenam-se num disco duro, para o seu posterior tratamento digital (eliminao de impurezas, insero de efeitos digitais, etc.). Uma vez realizada a ps-produo e a partir das imagens originais em alta resoluo obtm-se a cpia em filme.
Marc Riba e Anna Solanas

HISTRIA DE UM CARAMELO, Pedro Teixeira, Portugal, 2007, 10'

HISTRIA DE UM CARAMELO, Pedro Teixeira, Portugal, 2007, 10'

HISTRIA DE UM CARAMELO, Pedro Teixeira, Portugal, 2007, 10'

HISTRIA DE UM CARAMELO, Pedro Teixeira, Portugal, 2007, 10'

HISTÓRIA DE UM CARAMELO

Tcnica de criao: animao digital 3D

O filme Histria de um Caramelo uma adaptao de um conto original de Rita Serra, intitulado O Caramelo. uma histria imaginativa acerca de vida de um particular caramelo, que sofre as amarguras da vida, pois passa os dias numa bomba de gasolina abandonada no meio do Alentejo dos anos 60, at ao dia em a sua data de consumo expira...

"A curta metragem "Histria de um Caramelo" uma animao digital criada integralmente em tecnologia 3D. A partir do recurso s ltimas tcnicas de modelao, animao e rendering por computador, foi possvel criar ambientes, paisagens e personagens em sequncias animadas numa imagem de alta resoluo para cinema.
Dos desenhos ao storyboard, concebidos em tcnicas tradicionais, das paisagens alentejanas, colocao de esqueletos virtuais para a animao das personagens, at s cmaras virtuais para a realizao do filme, todo este manancial tecnolgico obrigou a um rendering dirio distribudo por uma dzia de computadores, todos ligados entre si, num perodo que durou aproximadamente 2 anos."

Pedro Teixeira

JANTAR EM LISBOA, Andr Carrilho, Portugal, 2007, 10'

JANTAR EM LISBOA, Andr Carrilho, Portugal, 2007, 10'

JANTAR EM LISBOA, Andr Carrilho, Portugal, 2007, 10'

JANTAR EM LISBOA, Andr Carrilho, Portugal, 2007, 10'

JANTAR EM LISBOA

Tcnica de criao: desenho sobre papel, computador 2D

Jaime trabalha numa revista semanal de TV. No fim de mais um dia aborrecido de trabalho recebe um fax da sua namorada Teresa a inform-lo do fim da relao de um ano. Jaime deixa a redaco da revista absorto com o teor do fax para pouco depois aperceber-se que Lisboa no est a viver uma normal hora de ponta...

"Jantar em Lisboa o meu primeiro filme de animao e ser provavelmente o meu ltimo feito com tcnicas mais tradicionais. Durante as vrias fases de produo este filme transformou-se num verdadeiro curso prtico do que se pode, deve e no deve fazer em animao.
O argumento original foi baseado num conto de JP Simes, posteriormente adaptado para banda desenhada. Os cenrios e personagens do filme foram desenhados mo e concebidos de forma a manter o esprito e concepo grfica da BD original."

Andr Carrilho

O ELEFANTE, Nuno Beato, Portugal, 2007, 38

O ELEFANTE, Nuno Beato, Portugal, 2007, 38

O ELEFANTE, Nuno Beato, Portugal, 2007, 38

O ELEFANTE, Nuno Beato, Portugal, 2007, 38

O ELEFANTE

Tcnica de criao: animao de volumes em plasticina.

Um filme didctico para a srie televisiva Ilha das Cores. Neste filme pretendemos que as crianas identifiquem as personagens com o seu habitat, aprendendo de forma simples e divertida.

"No caso do filme O Elefante o processo foi mais manual, foram construdos vrios pintos em plasticina com o bico em massa de modelar, a plasticina ptima para modelar durante a animao mas se j temos vrias opes de substituio o processo torna-se mais rpido, o andar dos pintos era todo ele feito por substituio. A captura foi feito atravs de uma cmara fotogrfica digital com o auxlio do vdeo ligado a um software de animao de volumes, onde com a ajuda do onionskin um s animador podia animar todas as personagens e desenhar os cenrios."

Nuno Beato

O BOTO, Nuno Beato, Portugal, 2007, 30

O BOTO, Nuno Beato, Portugal, 2007, 30

O BOTÃO

Tcnica de criao: animao de volumes em plasticina

Um filme didctico para a srie televisiva Ilha das Cores.

"O Boto, animao de objectos, uma das tcnicas mais simples da animao de volumes, mas tambm a que exige maior capacidade de resoluo na problemas, como manter uma agulha no ar ou como fazer um casaco mover-se fotograma a fotograma, estes foram alguns dos problemas que surgiram ao longo da produo, colocamos arame de alumnio recozido dentro dos atacadores e no casaco e com a ajuda de um suporte de microfone retirado em ps produo, todos os objectos podem voar, o resto uma questo de imaginao."

Nuno Beato

A SARDINHA, Nuno Beato, Portugal, 2007, 30

A SARDINHA, Nuno Beato, Portugal, 2007, 30

A SARDINHA, Nuno Beato, Portugal, 2007, 30

A SARDINHA, Nuno Beato, Portugal, 2007, 30

A SARDINHA

Tcnica de criao: animao de volumes em plasticina

Um filme didctico para a srie televisiva Ilha das Cores.

"A experimentao no campo da animao o que mais me fascina e segundo essa vontade que desenvolvo os meus filmes, no caso do filme A Sardinha houve uma mistura de tcnicas de animao, todas as personagens foram construdas em massa de modelar e pintadas com tinta acrlica excepo da personagem principal, toda ela construda em plasticina. A Sardinha foi animada fotograma a fotograma sob um fundo azul, onde posteriormente foi aplicado um croma e substitudo pelo cenrio previamente fotografado, as personagens secundrias foram igualmente fotografadas e animadas digitalmente, em ps produo foram combinados todos estes elementos."

Nuno Beato

SEXTO ANDAR, Laurie Thinot, Frana, 2007, 3'27

SEXTO ANDAR, Laurie Thinot, Frana, 2007, 3'27

SEXTO ANDAR

Tcnica de criao: Desenho, recortes de papel, colagem Videoclip Sexto Andar para os Cl.
Uma cano doce materializa-se em nuvem que sai de um rdio e atravessa um universo no qual as personagens esto em plena crise de nervos, depois desliza at um pequeno quarto, no sexto andar de um prdio... O clip mistura diversas tcnicas de animao. As personagens so desenhadas a tinta e a carvo. Os cenrios misturam colagens, fotografias, desenhos e diversas matrias. A nuvem e a ave so animadas em papel recortado sobre diversos nveis de vidros retro-iluminados e fotografados imagem a imagem.

A NE RIME  RIEN, Claude Duty, Frana, 2007, 2'05

A NE RIME RIEN, Claude Duty, Frana, 2007, 2'05"

MEISCHEID, Matray, Frana, 2007, 2'20

MEISCHEID, Matray, Frana, 2007, 2'20

UA93: FROM NEWARK TO NOWHERE, JJ Walker, EUA, 2005, 2'25

UA93: FROM NEWARK TO NOWHERE, JJ Walker, EUA, 2005, 2'25

RAYMOND, Bif, Reino Unido/Frana, 2007, 5'

RAYMOND, Bif, Reino Unido/Frana, 2007, 5'

COLLISION, Max Hattler, Reino Unido, 2005, 2'30

COLLISION, Max Hattler, Reino Unido, 2005, 2'30

AUTOUR DE MINUIT

Autour de Minuit uma produtora criada em 2001, em Paris, por Nicolas Schmerkin, que recebeu no Festival de Clermont-Ferrand 2006 o prmio de melhor produtor francs do ano. A produtora dedica-se a apoiar projectos inovadores do ponto de vista esttico e desenvolve universos grficos originais com contedo slido, e tem vindo a afirmar-se na rea do vdeo 3D, nomeadamente o videoclip e a publicidade, mas tambm numa vertente mais experimental. Uma seleco de obras nascidas na Autour de Minuit estar disponvel para observao em dois monitores na exposio da Galeria Solar:
X.PRESSION
Laurie Thinot, Frana, 2007, 3'20

CHRYSALIDE (IKI)
Yann Bertrand Damien Serban, Frana, 2005, 7'30

EMPIRE
douard Salier, Frana, 2005, 4'

LEVIATHAN
Simon Marcondes, Brasil, 2006, 4'30

RAYMOND
Bif, Reino Unido/Frana, 2007, 5'

COLLISION
Max Hattler, Reino Unido, 2005, 2'30

UA93: FROM NEWARK TO NOWHERE
JJ Walker, EUA, 2005, 2'25

MEISCHEID
Matray, Frana, 2007, 2'20

A NE RIME RIEN
Claude Duty, Frana, 2007, 2'05"

THE DEF SONG
Doctor L / Xavier Rey, Frana, 2004, 420

OMR: THE WAY WE HAVE CHOSEN
mAt&spoN, Frana, 2004, 4'20

ELECTRONIC PERFORMERS
A. Ganzerli, L. Bourdoiseau, J. Blanquet, Frana, 2003, 5'30

TELEFERIC VOODOO
Paoul Jadoul, Blgica, 2006, 4'

WARNING PETROLEUM PIPELINE
Jan van Nuenen, Holanda, 2004, 4'45

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