Abertura da exposição

19 Outubro 2013


18h30

Performance LAISSEZ VIBRER

Nuno da Luz (n. 1984, Lisboa) é artista, designer gráfico e editor, actualmente a viver e trabalhar em Berlim, Alemanha. O seu trabalho circunscreve tanto o auditivo como o visual, na forma de eventos sonoros, instalações e material impresso, na sua maioria distribuídos pela publicadora ATLAS Projectos e pela editora discográfica Palmario Recordings. Projectos recentes incluem as exposições individuais Laissez Vibrer, enblanco projektraum (Berlim, 2013), O nosso silêncio é um aviso, O nosso silêncio é sólido, Vera Cortês Art Agency (Lisboa, 2012); e as exposições colectivas Bosch Young Talent Show, Stedelijk Museum ('s-Hertogenbosch, 2013), Appleton Recess #3, Appleton Square (Lisboa, 2012), AVANTE!, SP-Arte (São Paulo, 2012), Como proteger-se do tigre:, XVI Bienal de Cerveira (V.N. Cerveira, 2011), Prémio EDP Novos Artistas 2011, Museu da Electricidade (Lisboa, 2011), The Office, Kaiserpassage (Frankfurt am Main, 2011) e in Sardegna tutto è tondo, Vera Cortês Art Agency (Lisboa, 2010).

Laissez Vibrer
O termo "laissez vibrer" provém da notação musical para percussão, noutros idiomas escrito como "let vibrate", "lasciare vibrare" ou "deixar vibrar". É uma directiva ao instrumentista para que este não abafe ou interrompa o som após o ataque inicial, permitindo, pelo contrário, que este se desvaneça naturalmente. Durante a inauguração terá lugar uma performance da peça "Having never written a note for percussion" do compositor norte-americano James Tenney (1971), adaptada a pratos de bateria.
"C'est encore l'hiver (…). Mais des clartés plus tendres irisent la brume et, le soir, un nuage gris est bordé de feu. Ce signe de la lumière, cette discrète annonciation, on l'oubliera dans la pluie et les déceptions de mars." —Jacques Chardonne, L'amour c'est beacoup plus que l'amour (1937)

19h00

Concerto de Frankie Chavez

A música de Frankie Chavez conjuga diferentes tipos de sonoridades, reflectindo as influências musicais que ficam das suas viagens. O resultado é um Blues/Folk composto por ambientes limpos, e por outros mais crus e psicadélicos. Em 2010 compôs, em parceria com Manuel Faria e Francisco Faria, a Banda Sonora Original para o documentário "Pare, Escute, Olhe" de Jorge Pelicano. Ao vivo, Frankie Chavez actua em formato de One Man Band, tocando guitarra e bateria.

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