instalação
The Hustler · Portugal · 2009
O projeto “The Hustler”, composto por 3 diálogos, cita o mítico filme homónimo de Robert Rossen (1961), onde é explorada a mitologia do jogo e do jogador. Este tema relaciona-se com o corpo de trabalho de João Louro no qual se evidencia a presença, mais ou menos evidente, do “american way of life” na cultura contemporânea. O artista, através da análise do poder da imagem e da natureza polissémica da linguagem, quer citando ou reinventando, analisa não só a iconografia como um crítico racional da economia simbólica que define a nossa era, mas também interpreta a subjetividade da linguagem e a natureza da condição humana.

João Louro (1963), vive e trabalha em Lisboa. Estudou na Faculdade de Arquitectura de Lisboa; e Pintura na Escola de Arte e Comunicação (AR.CO).
O corpo de trabalho de João Louro engloba pintura, escultura, fotografia e video. Natural descendente da arte conceptual e minimal, João Louro procura ultrapassar o paradigma romântico dando protagonismo ao papel do espectador que é a figura chave para completar a obra de arte.
Um dos principais objectivos da sua obra é a reorganização do universo visual e também a reflexão sobre o papel da linguagem, nas suas potencialidades e aspectos.
João Louro foi convidado por Maria del Corral a participar na “Experiência da Arte”, durante a 51ª Bienal de Veneza.
As suas recentes exposições incluem “Blind Runner”, Centro Cultural de Belém, Lisboa; “Insite 05 - Art Practices in the Public Domain”, San Diego/Tijuana; “Smoke and Mirrors”, Galeria Cristina Guerra Contemporary Art; “LA Confidential”, Christopher Grimes, Los Angeles, “The Hustler”, Centro de Artes Visuais de Coimbra (CAV); “My Dark Places”, Museo d’Art Contemporanea Roma (MACRO), Italy. “In God We Trust”, BES Arte e Finança, Lisboa, Portugal; “LÉcriture du Désastre”, Galeria Fernando Santos, Porto, Portugal; “Riso”, Fundação EDP, LIsboa; “O Castelo em 3 actos: Assalto, Destruição e Reconstrução”, Guimarães, Capital Europeia da Cultura. “Young More Americans”, L’Enclos des Bernardins, Paris. O seu trabalho está representado em importantes colecções publicas e privadas, tais como: Fundación Arco, Madrid; The Margulies Collection, Miami; Museu de Serralves (MACS), Porto; BES Collection, Lisboa; Jumex Foundation, Mexico, Museu de Arte Contemporanes de Roma (MACRO), Colecção António Cachola, Elvas; entre outras.

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